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Dr. Thiago Barbieri Lopes

Conselho Regional: CRM 10979 - RQE 7042

Hematologia e Hemoterapia

Consultórios de Dr. Thiago Barbieri Lopes

 Criciúma/SC

Antônio de Lucca, 91 Pio Correia
, Sala 304

8:00 - 12:00 / 13:30 - 18:00 Hs.

Últimos artigos de Dr. Thiago Barbieri Lopes

Trombocitopenia Imune Primária - PTI

18/01/2018

Antes de explicar a Trombocitopenia Imune Primária (PTI), é muito importante ter em mente o que compõe o sangue. E você já vai saber o porquê!

O sangue é composto por: glóbulos brancos, que têm a função de combater as infecções; glóbulos vermelhos, responsáveis pela oxigenação do organismo; plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue e impedir hemorragias.

A PTI é uma doença do sangue causada pela baixa contagem das plaquetas – por isso sangramentos espontâneos e hematomas são bastante comuns aos pacientes. 

Isso acontece devido a uma deficiência na produção dessas células e, principalmente, por uma falha no sistema imunológico, que é a barreira composta por milhões de células que garantem a defesa do organismo contra as bactérias, vírus e outros micróbios. Ele passa a reconhecer as plaquetas como corpos estranhos e começa a atacá-las. Por este motivo, é classificada como uma doença autoimune.

A PTI pode ser aguda ou crônica. A aguda é mais comum em crianças e, muitas vezes, o próprio organismo reverte o quadro e recupera o número normal de plaquetas, sem necessitar de um tratamento específico.  Já a crônica afeta mais adultos, tem longa duração e pede tratamento específico.

Importante! A PTI não é um tipo de câncer, e também não é uma doença hereditária. Se você foi diagnosticado, não hesite em tirar todas as suas dúvidas com seu médico. O especialista responsável por tratar a PTI é o hematologista.


Sinais e Sintomas - PTI


Os principais sinais apresentados pelos pacientes são:

· Hematomas que não tenham sido causados por traumas (manchas escuras resultantes de hemorragias sob a pele);

· Manchinhas vermelhas ou azuladas na pele, conhecidas por petéquias; 

· Sangramentos espontâneos, com uma menstruação intensa em mulheres, hemorragias nasais frequentes, bolhas de sangue dentro da boca e sangramentos de gengiva, na urina e nas fezes. 

Se você notar qualquer diferença em seu corpo, procure um médico. No dia da consulta, conte sobre cada um dos sintomas, e fale também sobre os medicamentos dos quais fez uso. Tudo isso pode ajudar, e muito, na investigação.

Diagnóstico - PTI

Não há um exame específico que detecte a PTI, mas o hemograma completo (exame de sangue) é o que deixa claro alguns pontos fundamentais: ele pode detectar a contagem de plaquetas abaixo de 100.000/mm³ (para se ter uma base de comparação, uma pessoa saudável apresenta o índice a partir de 150.000/mm³).

Mas para descartar a possibilidade de outras doenças que também possam causar a baixa de plaquetas, o especialista pode pedir alguns outros testes, que poderão verificar se, por exemplo, o número anormal de plaquetas não está relacionado ao uso de medicamentos, infecções, doenças como hepatites e HIV.   

Tratamento - PTI

A PTI aguda não costuma precisar de tratamento e é possível ter uma remissão espontânea.

Já a fase crônica pode exigir cuidados mais específicos. O mais importante é manter a contagem de plaquetas em um nível seguro, mesmo que não chegue ao normal, com o objetivo de eliminar as hemorragias.

Para isso são utilizados medicamentos, como os corticoides e a imunoglobulina. Já as terapias conhecidas como agonistas estimulam a produção das plaquetas.

Como grande parte da destruição das plaquetas ocorre no baço, em algumas situações a remoção cirúrgica desse órgão (esplenectomia) também pode ser indicada.







 

Saiba o que é Linfoma.

14/08/2017

O linfoma é uma forma de câncer que tem origem nos gânglios linfáticos, responsável, entre outras coisas, pela imunidade do organismo combatendo infecções (vírus, fungos e bactérias) e o próprio câncer (células tumorais). O sintoma mais encontrado é o aumento indolor dos gânglios no pescoço, peito, axilas, abdome ou virilha. Outros sintomas incluem febre; suor intenso, principalmente à noite; perda de peso e coceira. É muito importante estimular a procura por um especialista aos primeiros sintomas da doença.

Tipos de linfoma

Existem dois tipos principais de linfoma: o de Hodgkin e o não-Hodgkin. O linfoma de Hodgkin, atinge principalmente, adolescentes ou adultos jovens e se espalha a partir de um gânglio para outros vizinhos, por meio dos vasos linfáticos. Já o linfoma não-hodgkin, acomete principalmente  adultos e, se espalha de forma mais extensa, inclusive para os diferentes órgãos como estômago, pulmão e medula óssea.

Diagnóstico

Nos casos suspeitos, o hematologista encaminhará o paciente para realização de uma biópsia do gânglio acometido, que consiste em uma pequena cirurgia para retirada da lesão e análise por um patologista. Paralelamente, são realizados exames de sangue e exames de imagem, com tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve. Atualmente, a avaliação inicial da doença com exame de PET SCAN, têm se tornado bastante útil e cada vez mais acessível em nosso meio.

Tratamento

Os linfomas estão entre os tipos de câncer que melhor respondem ao tratamento oncológico. Existem hoje em dia múltiplas formas de tratamento de linfomas, que se baseiam essencialmente no uso de medicamentos em regra conhecidos por quimioterapia, associados ou não a radioterapia e mais modernamente, medicamentos específicos contra as células tumorais, entre eles os anticorpos monoclonais. Ao contrário do que ainda é observado com frequência com outros tipos de câncer, a maioria dos casos de  linfomas podem ser curados ou controlados de forma eficaz,

proporcionando sobrevida cada vez maior. Contudo, em alguns casos, os linfomas ainda podem ser fatais, exigindo para o seu manejo o recurso do transplante de medula óssea.

A vida continua

 O tratamento  realizado com quimioterapia aliada à imunoterapia, consiste na aplicação dos chamados anticorpos monoclonais - produzidos em laboratório. "Esses anticorpos potencializam a ação da quimioterapia, aumentando as taxas de resposta e de sobrevida em mais de 20% em muitos casos''.

As duas substâncias são injetadas simultaneamente de forma intravenosa. "É um tratamento rigoroso, mas perfeitamente suportável e com poucos efeitos colaterais". A medicação é tomada de seis a oito vezes com intervalos de três semanas entre cada aplicação.

Portanto, os pacientes com linfoma podem continuar suas atividades normalmente sem a necessidade de um isolamento ou repouso absoluto. "Uma semana ou dez dias após a medicação, a defesa da pessoa costuma reduzir. Porém, medicamentos auxiliares revertem essa queda da imunidade o que contribui para o paciente levar uma vida praticamente normal."

Hematologia

06/02/2014

A hematologia é a especialidade da medicina que estuda as doenças do sangue e da medula óssea. Uma das principais doenças hematológicas são as anemias, cujas principais causas são a deficiência corporal de ferro e também, de outros nutrientes essências para o sangue como a vitamina B12 e acido fólico. A queda da contagem de plaquetas, também chamado de purpuras também e outro freqüente problema hematológico. Tanto os canceres que acometem a medula óssea, como as leucemias, as mielodisplasias e o mieloma múltiplo, assim como aqueles que afetam o sistema linfático ( Linfomas hodgkin e Não hodgkin) são diagnosticados e tratados pelo hematologista. O tratamento destas doenças envolve diversos tipos de quimioterapia, imunoterapia e radioterapia. Em casos selecionados, alguns pacientes são encaminhados para o transplante de medula óssea. A investigação das doenças hematológicas é realizada na grande maioria das vezes atraves da coleta de exames laboratoriais. Exames como o hemograma, contagem de plaquetas, dosagem de ferritina, vitamina B12 e provas de coagulação irão guiar o medico para o tratamento adequado. A punção de medula óssea para coleta do mielograma e biopsia podem ser necessários em algumas situações, e são realizados com anestesia local pelo próprio hematologista. O procedimento de transfusão sangüínea pode ser indicado dependendo dos níveis de hematocrito e dos sintomas relacionados a anemia do paciente. Outro procedimento freqüentemente indicado pelo hematologista é a administração de ferro endovenoso para correção da deficiência de ferro que não responde ao ferro por via oral. A retirada de uma quantidade de sangue, com a finalidade de aliviar alguns sinais e sintomas, denomina-se sangria ou flebotomia terapêutica. É indicada em condições onde existe aumento do número de hemácias ou acúmulo de ferro no organismo.

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