Esqueceu sua senha?

Não é cadastrado? Cadastre-se

termos do contrato

Já é cadastrado? Login

Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci

Conselho Regional: CRM 16.000 - RQE 11684

Hematologia e Hemoterapia

Consultórios de Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci

 Criciúma/SC

Rua Antônio de Lucca, 50 Pio Correa - Criciúma/SC

09:00 ás 17:00h

 Criciúma/SC

Vital Brasil, 455 Cruzeiro do Sul - Criciúma/SC

09:00 ás 17:00h

 Criciúma/SC

Antônio de Lucca - Onkológica Clinica Médica, 50 Pio Correa - Criciúma/SC

09:00 ás 17:00h

Últimos artigos de Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci

ANEMIA É UMA DOENÇA FREQUENTE!

08/12/2017

Conheça dicas para combater a anemia 

 

 Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal e pode ser causado por diversos fatores como deficiência de nutrientes (ferro, ácido fólico, vitaminaB12), familiar (talassemia, anemia falciforme), doenças crônicas pré existentes (hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo, doença renal).

Os sintomas e sinais relacionados à anemia vão ocorrer em geral pela redução do transporte de oxigênio aos tecidos, e isto levará a graus variados de dispneia (falta de ar), palpitações, sonolência, entre outros, na dependência da gravidade da anemia, da velocidade de instalação (adaptação). Poderão ocorrer alterações de fâneros (queda de cabelos, unhas quebradiças, queilite angular, glossite).

 

A abordagem do paciente com anemia deve ser completa, envolvendo a história, exame físico, hemograma completo, avaliação de comorbidades como diabetes, doença renal, doenças neoplásicas, inflamatórias e, ainda, doenças da própria medula óssea como as síndromes mielodisplásicas.

O tratamento sempre deve basear-se na resolução da causa, ou seja, a anemia por deficiência de nutrientes é tratada com a correção destes nutrientes faltantes. Anemias familiares são genéticas e necessitam de acompanhamento com médico especialista, porém não apresentam cura, apenas controle. Anemia de doenças crônicas, devem ser tratadas com controle da doença de base e em alguns casos com suplementação de vitaminas.

 

A anemia nunca deve ser considerada normal, inerente ao envelhecimento, e o seu tratamento pode ser simples e eficaz com grandes benefícios para a vida do idoso.

 

 

 

DICAS PARA COMBATER A ANEMIA:


Há alimentos que ajudam a evitar a anemia? Sim, a melhor maneira de se prevenir a anemia é comer sempre carnes, ovos e derivados de leite, além de vegetais verde-escuros, que são ricos em ferro. A vitamina B12 é encontrada nos alimentos de origem animal e o ácido fólico é encontrado nas frutas, verduras e folhas verdes.

 

As crianças. É comum a anemia ser causada devido a presença de vermes no aparelho digestivo, que reduz o número de hemácias.

 

Na gravidez. O pré-natal, com o ginecologista, identifica precocemente as gestantes com anemia e então devem ter sua anemia corrigida sempre que possível.

 

Fluxo menstrual. Na mulher, a menstruação é uma vilã. Se a mulher menstrua mais do que o normal, a perda de sangue faz diminuir os estoques de ferro.

 

Atenção ao idoso. Neles, a anemia é mais perigosa e deve ser rastreada pelo hemograma. Ela pode ser causada por doenças mais graves, até neoplasias.

 

Consultas regulares. Para dar fim à anemia, não basta alimentar-se bem. Por isso, é preciso consultar um médico, que poderá receitar o tratamento adequado para cada tipo de anemia.

A leucemia

04/07/2016

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas e ocupa a cavidade dos ossos, sendo popularmente conhecida por tutano. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas. As leucemias se dividem nas categorias mieloide e linfoide, de acordo com a célula envolvida. Há, ainda, uma classificação de acordo com a velocidade de divisão dessas células: leucemia crônica, quando essa divisão é mais lenta, e leucemia aguda, quando a velocidade é rápida. Há, então, quatro tipos principais de leucemias: Leucemia Mieloide Aguda (LMA), Leucemia Mieloide Crônica (LMC), Leucemia Linfoide Aguda (LLA), Leucemia Linfoide Crônica (LLC). Segundo as Estimativas de Incidência de Câncer no Brasil para 2016, publicadas pelo INCA, as leucemias atingirão 5.330 homens e 4.220 mulheres. O tipo de leucemia mais frequente na criança é a Leucemia Linfoide Aguda. A Leucemia Mieloide Aguda é mais comum no adulto. As leucemias originam-se de uma alteração genética adquirida, ou seja, não hereditária. A divisão e morte celular são controladas por informações contidas nos genes, dentro dos cromossomos. Erros que acontecem no processo de divisão da célula podem causar uma alteração genética. Há, então multiplicação exagerada de uma mesma célula, levando ao surgimento do clone (câncer). Apesar de sabermos que existem alguns fatores de risco que propiciam o surgimento do câncer, a causa exata ainda é desconhecida. No caso das leucemias, os fatores de risco já identificados são: exposição a produtos químicos, principalmente os derivados de benzeno, tratamento prévio com quimioterapia ou radioterapia, exposição à radiação ionizante, certas doenças genéticas, como anemia de Fanconi, síndrome de Down, neurofibromatose. Os principais sintomas da leucemia decorrem do acúmulo dessas células malignas na medula óssea, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos (causando anemia), dos glóbulos brancos (causando infecções) e das plaquetas (causando hemorragias). Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo, com isso, que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico e a classificação da leucemia. Como, geralmente, não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea.

Este profissional não recebeu nenhuma opinião ainda
© Lista da saúde 2018. Todos os direitos reservados.
Sisdado tecnologia