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Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci

Conselho Regional: CRM 16.000 - RQE 11684

Hematologia e Hemoterapia

Consultórios de Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci

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Últimos artigos de Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci

SAIBA MAIS SOBRE LINFOMA

02/04/2018

Segundo informações do Inca (Instituto Nacional de Câncer), nos últimos 25 anos o número de casos de linfoma, especialmente entre indivíduos com mais de 60 anos. As causas para esse aumento ainda são desconhecidas.

O que são linfomas?

Linfomas são um grupo de cânceres das células do sistema imunológico. De forma simples, podemos dizer que se dividem em linfoma de Hodgkin (LH) e linfomas não-Hodgkin (LNH). Via de regra, o linfoma de Hodgkin (LH) tem melhor prognóstico, com taxa de cura podendo ultrapassar 90%, dependendo do estadiamento. Os linfomas não-Hodgkin, embora composto por mais de 60 tipos de diferentes cânceres, podem ser separados em dois grupos básicos de comportamento clínico: os agressivos, de crescimento rápido, e os indolentes, de crescimento lento.

Já se sabe o que causa o surgimento da doença?

A causa da expressiva maioria dos linfomas é desconhecida. Alguns linfomas podem surgir em pacientes com deficiências imunológicas, como a AIDS e uso de drogas imunossupressoras. Em outras situações, podem ser decorrentes de infecções, como o vírus EBV, o vírus HTLV-1 e a bactéria Helicobacter Pylori.

Quais os sintomas?

Como as células do sistema imunológico estão espalhadas pelo organismo, os linfomas podem ter origem em qualquer lugar. Porém, é mais comum que se apresentem com o aumento de gânglios linfáticos. Normalmente essas “ínguas”, como são popularmente chamados os gânglios linfáticos aumentados, são observadas nas regiões laterais do pescoço, nas regiões acima das clavículas, nas axilas ou nas virilhas.

Quais os tratamentos usados para combater a doença? O tratamento depende de quatro aspectos básicos:

1. O sub-tipo do linfoma.

2. Se o linfoma é mais localizado ou mais espalhado no corpo do paciente.

3. Se o linfoma é recém-diagnosticado ou é um retorno da doença após um tratamento inicial.

4. Por último, mas muito importante, as características do paciente, como: idade, estado geral e outras doenças associadas.

Esse conjunto de informações nos faz escolher a melhor opção de tratamento para cada paciente. De uma maneira geral, o tratamento inclui quimioterapia associada à imunoterapia. A radioterapia e o transplante de medula óssea são usados em casos específicos

Recomendações

* Evite a exposição prolongada a produtos químicos, em especial aos produtos agrícolas;

* Pacientes infectados com o vírus HTLV e o vírus HIV correm risco maior de desenvolver linfoma, portanto devem estar mais atentos aos sintomas;

* A incidência de linfoma aumenta com a idade; por isso os idosos, principalmente os de ascendência europeia, devem redobrar a atenção;

* Procure um médico se notar a presença de uma íngua (gânglio) no pescoço, axila, virilha, especialmente se ela não for dolorosa, tiver crescimento rápido, e você não apresentar nenhum outro sinal de infecção.

 

ANEMIA É UMA DOENÇA FREQUENTE!

08/12/2017

Conheça dicas para combater a anemia 

 

 Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal e pode ser causado por diversos fatores como deficiência de nutrientes (ferro, ácido fólico, vitaminaB12), familiar (talassemia, anemia falciforme), doenças crônicas pré existentes (hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo, doença renal).

Os sintomas e sinais relacionados à anemia vão ocorrer em geral pela redução do transporte de oxigênio aos tecidos, e isto levará a graus variados de dispneia (falta de ar), palpitações, sonolência, entre outros, na dependência da gravidade da anemia, da velocidade de instalação (adaptação). Poderão ocorrer alterações de fâneros (queda de cabelos, unhas quebradiças, queilite angular, glossite).

 

A abordagem do paciente com anemia deve ser completa, envolvendo a história, exame físico, hemograma completo, avaliação de comorbidades como diabetes, doença renal, doenças neoplásicas, inflamatórias e, ainda, doenças da própria medula óssea como as síndromes mielodisplásicas.

O tratamento sempre deve basear-se na resolução da causa, ou seja, a anemia por deficiência de nutrientes é tratada com a correção destes nutrientes faltantes. Anemias familiares são genéticas e necessitam de acompanhamento com médico especialista, porém não apresentam cura, apenas controle. Anemia de doenças crônicas, devem ser tratadas com controle da doença de base e em alguns casos com suplementação de vitaminas.

 

A anemia nunca deve ser considerada normal, inerente ao envelhecimento, e o seu tratamento pode ser simples e eficaz com grandes benefícios para a vida do idoso.

 

 

 

DICAS PARA COMBATER A ANEMIA:


Há alimentos que ajudam a evitar a anemia? Sim, a melhor maneira de se prevenir a anemia é comer sempre carnes, ovos e derivados de leite, além de vegetais verde-escuros, que são ricos em ferro. A vitamina B12 é encontrada nos alimentos de origem animal e o ácido fólico é encontrado nas frutas, verduras e folhas verdes.

 

As crianças. É comum a anemia ser causada devido a presença de vermes no aparelho digestivo, que reduz o número de hemácias.

 

Na gravidez. O pré-natal, com o ginecologista, identifica precocemente as gestantes com anemia e então devem ter sua anemia corrigida sempre que possível.

 

Fluxo menstrual. Na mulher, a menstruação é uma vilã. Se a mulher menstrua mais do que o normal, a perda de sangue faz diminuir os estoques de ferro.

 

Atenção ao idoso. Neles, a anemia é mais perigosa e deve ser rastreada pelo hemograma. Ela pode ser causada por doenças mais graves, até neoplasias.

 

Consultas regulares. Para dar fim à anemia, não basta alimentar-se bem. Por isso, é preciso consultar um médico, que poderá receitar o tratamento adequado para cada tipo de anemia.

A leucemia

04/07/2016

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas e ocupa a cavidade dos ossos, sendo popularmente conhecida por tutano. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas. As leucemias se dividem nas categorias mieloide e linfoide, de acordo com a célula envolvida. Há, ainda, uma classificação de acordo com a velocidade de divisão dessas células: leucemia crônica, quando essa divisão é mais lenta, e leucemia aguda, quando a velocidade é rápida. Há, então, quatro tipos principais de leucemias: Leucemia Mieloide Aguda (LMA), Leucemia Mieloide Crônica (LMC), Leucemia Linfoide Aguda (LLA), Leucemia Linfoide Crônica (LLC). Segundo as Estimativas de Incidência de Câncer no Brasil para 2016, publicadas pelo INCA, as leucemias atingirão 5.330 homens e 4.220 mulheres. O tipo de leucemia mais frequente na criança é a Leucemia Linfoide Aguda. A Leucemia Mieloide Aguda é mais comum no adulto. As leucemias originam-se de uma alteração genética adquirida, ou seja, não hereditária. A divisão e morte celular são controladas por informações contidas nos genes, dentro dos cromossomos. Erros que acontecem no processo de divisão da célula podem causar uma alteração genética. Há, então multiplicação exagerada de uma mesma célula, levando ao surgimento do clone (câncer). Apesar de sabermos que existem alguns fatores de risco que propiciam o surgimento do câncer, a causa exata ainda é desconhecida. No caso das leucemias, os fatores de risco já identificados são: exposição a produtos químicos, principalmente os derivados de benzeno, tratamento prévio com quimioterapia ou radioterapia, exposição à radiação ionizante, certas doenças genéticas, como anemia de Fanconi, síndrome de Down, neurofibromatose. Os principais sintomas da leucemia decorrem do acúmulo dessas células malignas na medula óssea, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos (causando anemia), dos glóbulos brancos (causando infecções) e das plaquetas (causando hemorragias). Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo, com isso, que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico e a classificação da leucemia. Como, geralmente, não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea.

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